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Autores do Plano C: Gonçalo Ribeiro Telles

por Artur de Oliveira, em 08.05.13



Ribeiro Telles, arauto e patriarca do urbanismo sustentável, da ecologia e da monarquia democrática resume na sua metáfora da Morte das Aldeias a perda das estruturas mediadoras locais sem as quais não há verdadeiro desenvolvimento. Em entrevista à jornalista Ana Clara, vem demonstrar como o fecho de escolas, hospitais, maternidades e serviços no interior do país é um erro que já estamos a pagar caro.

 

Para saber mais, leia o Plano C

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publicado às 15:40


Autores do Plano C: Rui Rangel

por Artur de Oliveira, em 08.05.13

 

 

 

 

A secção sobre o ESTADO do Plano C abre com um longo e profundo artigo de Rui Rangel sobre as várias crises de que é composta a crise da justiça. Há a morosidade, a corrupção, mas há também as deficiências do Ministério Público. Uma exigência prioritária, será a criação de uma lei para responsabilizar criminalmente os governantes e os políticos que, por gestão danosa ou negligência grosseira, levem o País à bancarrota.

 

Para saber mais, leia o Plano C

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publicado às 15:27


Autores do Plano C: Luís Salgado de Matos

por Artur de Oliveira, em 27.03.13

 

 

 No Plano C, Luís Salgado de Matos diagnostica o papel da mais significativa das estruturas mediadoras da sociedade portuguesa: a Igreja Católica, que representa 80% da população adulta. E mesmo sem instruções da hierarquia, o difuso catolicismo político português parece arbitrar entre a direita e a esquerda, o que merecia ser comprovado por investigação. No catolicismo, tem sido relevante o efeito no clero do reforço da componente estritamente religiosa. Contudo, a diminuição das funções não religiosas restringe muito a base de recrutamento do clero diocesano e debilita a ação da paróquia.

 

Para saber mais, leia o Plano C

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publicado às 15:02


Autores do Plano C: Carlos Reis Marques

por Artur de Oliveira, em 26.03.13

 

 

 

Para Carlos Reis Marques é urgente haver plataformas informativas que proporcionem o acesso aos conteúdos dos atos governativos. Essas plataformas devem incluir Índices de Boa Governação (IBG), com indicadores para aferir o grau de execução das medidas dos programas eleitorais, nomeadamente de âmbito autárquico.

 

Para saber mais, leia o Plano C

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publicado às 16:49


Autores do Plano C: Jorge Pereira de Almeida

por Artur de Oliveira, em 15.03.13

 

 

Uma nova lei do Mecenato para as empresas serem estruturas mediadoras da cultura e uma nova fronteira entre mecenato cultural e marketing comercial, é a proposta de Jorge Pereira de Almeida. Além da valorização do património e da memória coletiva, o estado tem de garantir que os rasgos culturais criativos não sejam absorvidos pelo marketing empresarial. Assim se devolverá à sociedade civil a liberdade de escolher.

 

Para saber mais, leia o Plano C

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publicado às 16:05


Autores do Plano C: João Gomes de Almeida

por Artur de Oliveira, em 12.03.13





João Gomes de Almeida inicia com grande vivacidade a secção sobre SOCIEDADE. Plano C significa maior investimento na cultura, e renovação das elites através do conhecimento. Pede-se investimento na cultura até 2% do Orçamento de Estado.

 

Para saber mais basta adquirir o Plano C

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publicado às 13:06


Autores do Plano C: Paulino Brilhante Santos

por Artur de Oliveira, em 08.03.13

 

 

No início deste livro, o Plano A da III República é desmistificado por Paulino Brilhante Santos. A III República está sujeita a conflitos de interesse e impasses, devido a velhos gastos despudorados de um Estado que não sabe o que quer e à adoção das novas medidas cegas de austeridade. As tensões sociais que vivemos tiveram a 15 de setembro o seu momento de inflexão. Chegou o momento de dizer basta ás más políticas, reflexo das orientações neo-conservadoras e neo-liberais que, em Portugal, como no resto do mundo ocidental, realizaram uma transferência de poder, sem precedentes, da esfera económica para a esfera financeira.

 

Para sair do pântano fiscal, Paulino Brilhante Santos expõe as bases para um sistema fiscal justo e equitativo o que exige uma intervenção de fundo na simplificação, sobretudo do IRS e do IRC. Os atuais Códigos só carecem de simplificação, ao passo que a intervenção mais urgente se situa ao nível da reengenharia de processos da Administração Fiscal e na regenaração do Centro de Estudos Fiscais (CEF) uma instituição da DGCI de elevadíssimo prestígio.

 

O Plano C continua com um conjunto de ensaios sobre a transição democrática. Passamos em revista as estruturas mediadoras no âmbito da Sociedade, das Regiões, do Desenvolvimento e abordamos algumas das reformas indispensáveis no Estado e na posição de Portugal na Europa e no mundo.

 

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publicado às 15:59

O 10º Lançamento do Plano C teve lugar no Museu Sebastião da Gama em Azeitão com apresentação de 4 dos autores: Frederico Carvalho, João Palmeiro, Jorge Pereira de Almeida e Mendo Henriques. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 15:33

Intervenção de Mendo Henriques, Presidente da Direção do Instituto da Democracia Portuguesa, coordenador e co-autor do Plano C onde entre outros assuntos aborda o rendimento da cidadania.

 

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publicado às 15:35

 

 

O Instituto da Democracia Portuguesa (IDP) vai apresentar no próximo sábado, dia 2 de março, pelas 17:00 horas, na biblioteca municipal de Faro, o livro intitulado «Plano C».

Para além de Macário Correia, presidente da Câmara de Faro, esta apresentação contará com a presença de alguns dos coautores, nomeadamente, do arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles, do presidente do IDP, Mendo Castro Henriques, do presidente da Associação Portuguesa de Imprensa, João Palmeiro, do fiscalista Paulino Brilhante Santos e da responsável pelo IDP/Algarve, Antonieta Guerreiro.

“O «Plano C» é o combate da cidadania. Pelo combate dá corpo à vontade de sobrevivência dos portugueses numa Europa ainda sem rumo e numa Lusofonia ainda sem ritmo. É da e para a cidadania, porque ainda vamos a tempo de salvar Portugal das oligarquias que o ameaçam”, refere o IDP, em comunicado.

O IDP exprime a opinião “daqueles a quem os políticos não pediram opinião”, “toma partido sem pedir licença aos partidos” e “escreve o que os políticos deveriam fazer”, tornando o livro um “plano dos cidadãos para os cidadãos”, feito de “alternativas concretas, propostas por quem conhece o país, o seu território e população, a sua história e cultura, as suas potencialidades, sonhos e empreendimentos”.

 

Fonte aqui

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publicado às 14:54



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