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Gonçalo Ribeiro Telles combate pela cidadania

por Artur de Oliveira, em 04.03.13









O IDP apresentou no sábado, dia 2 de março, pelas 17:00 horas, na Biblioteca Municipal de Faro, o livro intitulado “Plano C – o combate da cidadania”. Esta apresentação contou, para além de Macário Correia, presidente da Câmara de Faro, com a presença de alguns dos coautores, nomeadamente, do arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles, Mendo Castro Henriques, presidente do IDP, João Palmeiro, presidente da Associação Portuguesa de Imprensa, de Antonieta Guerreiro, coordenadora do IDP-Algarve.

O Plano C, prefaciado por D. Duarte de Bragança, é o combate da cidadania. Pelo combate, dá corpo à vontade de sobrevivência dos portugueses numa Europa ainda sem rumo e numa Lusofonia ainda sem ritmo. É da e para a cidadania, porque ainda vamos a tempo de salvar Portugal das oligarquias que o ameaçam.

Para Mendo Henriques, “se tomarmos o Plano A como sendo o plano da Troika, ou do notório memorando do nosso (des)entendimento e o plano B aquele que corresponde aos atuais programas partidários – por sinal todos muito parecidos – sobra o Plano C, o plano dos cidadãos para os cidadãos, porquanto todos somos chamados a participar nesta odisseia de salvar Portugal. O Plano C é o de todos nós, da sociedade civil, das associações mediadoras entre o indivíduo e o Estado. Um plano feito de alternativas concretas, propostas por quem conhece o país, o seu território e população, a sua história e cultura, as suas potencialidades, sonhos e empreendimentos. É esse Plano C que o IDP agora se inicia.”

Gonçalo Ribeiro Telles é um dos 23 autores deste livro, provando que é possível encontrar soluções para o país a partir das experiências de várias gerações e faixas etárias da nossa sociedade, porquanto o IDP exprime a opinião daqueles a quem os partidos políticos não pediram opinião. O IDP toma partido, sem pedir licença aos partidos, e escreve o que os políticos deveriam fazer.

Segundo Antonieta Guerreiro, “esse é o bom combate da cidadania e a única forma de ajudarmos o país e a região é através de uma cidadania proactiva e responsável. O Algarve tem quadros e um know-how muito interessante em várias áreas, só temos de ser capazes de aproveitar o que melhor temos na nossa terra e nesse sentido este Plano C, sendo dos cidadãos para os cidadãos, é a primeira de várias compilações que estamos a organizar e a sistematizar. No que depender de mim, o Algarve e os algarvios não ficarão de fora deste processo”.

No final do evento os presentes degustaram produtos da doçaria regional, graciosamente, cedidos pela “Quinta dos Avós”.

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publicado às 12:53

O 10º Lançamento do Plano C teve lugar no Museu Sebastião da Gama em Azeitão com apresentação de 4 dos autores: Frederico Carvalho, João Palmeiro, Jorge Pereira de Almeida e Mendo Henriques. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 15:33

Intervenção de Mendo Henriques, Presidente da Direção do Instituto da Democracia Portuguesa, coordenador e co-autor do Plano C onde entre outros assuntos aborda o rendimento da cidadania.

 

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publicado às 15:35

 

 

O Instituto da Democracia Portuguesa (IDP) vai apresentar no próximo sábado, dia 2 de março, pelas 17:00 horas, na biblioteca municipal de Faro, o livro intitulado «Plano C».

Para além de Macário Correia, presidente da Câmara de Faro, esta apresentação contará com a presença de alguns dos coautores, nomeadamente, do arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles, do presidente do IDP, Mendo Castro Henriques, do presidente da Associação Portuguesa de Imprensa, João Palmeiro, do fiscalista Paulino Brilhante Santos e da responsável pelo IDP/Algarve, Antonieta Guerreiro.

“O «Plano C» é o combate da cidadania. Pelo combate dá corpo à vontade de sobrevivência dos portugueses numa Europa ainda sem rumo e numa Lusofonia ainda sem ritmo. É da e para a cidadania, porque ainda vamos a tempo de salvar Portugal das oligarquias que o ameaçam”, refere o IDP, em comunicado.

O IDP exprime a opinião “daqueles a quem os políticos não pediram opinião”, “toma partido sem pedir licença aos partidos” e “escreve o que os políticos deveriam fazer”, tornando o livro um “plano dos cidadãos para os cidadãos”, feito de “alternativas concretas, propostas por quem conhece o país, o seu território e população, a sua história e cultura, as suas potencialidades, sonhos e empreendimentos”.

 

Fonte aqui

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publicado às 14:54



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