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Autores do Plano C: Luís Salgado de Matos

por Artur de Oliveira, em 27.03.13

 

 

 No Plano C, Luís Salgado de Matos diagnostica o papel da mais significativa das estruturas mediadoras da sociedade portuguesa: a Igreja Católica, que representa 80% da população adulta. E mesmo sem instruções da hierarquia, o difuso catolicismo político português parece arbitrar entre a direita e a esquerda, o que merecia ser comprovado por investigação. No catolicismo, tem sido relevante o efeito no clero do reforço da componente estritamente religiosa. Contudo, a diminuição das funções não religiosas restringe muito a base de recrutamento do clero diocesano e debilita a ação da paróquia.

 

Para saber mais, leia o Plano C

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publicado às 15:02


Autores do Plano C: Carlos Reis Marques

por Artur de Oliveira, em 26.03.13

 

 

 

Para Carlos Reis Marques é urgente haver plataformas informativas que proporcionem o acesso aos conteúdos dos atos governativos. Essas plataformas devem incluir Índices de Boa Governação (IBG), com indicadores para aferir o grau de execução das medidas dos programas eleitorais, nomeadamente de âmbito autárquico.

 

Para saber mais, leia o Plano C

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publicado às 16:49


Autores do Plano C: Jorge Pereira de Almeida

por Artur de Oliveira, em 15.03.13

 

 

Uma nova lei do Mecenato para as empresas serem estruturas mediadoras da cultura e uma nova fronteira entre mecenato cultural e marketing comercial, é a proposta de Jorge Pereira de Almeida. Além da valorização do património e da memória coletiva, o estado tem de garantir que os rasgos culturais criativos não sejam absorvidos pelo marketing empresarial. Assim se devolverá à sociedade civil a liberdade de escolher.

 

Para saber mais, leia o Plano C

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publicado às 16:05


Autores do Plano C: João Gomes de Almeida

por Artur de Oliveira, em 12.03.13





João Gomes de Almeida inicia com grande vivacidade a secção sobre SOCIEDADE. Plano C significa maior investimento na cultura, e renovação das elites através do conhecimento. Pede-se investimento na cultura até 2% do Orçamento de Estado.

 

Para saber mais basta adquirir o Plano C

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publicado às 13:06


Autores do Plano C: Paulino Brilhante Santos

por Artur de Oliveira, em 08.03.13

 

 

No início deste livro, o Plano A da III República é desmistificado por Paulino Brilhante Santos. A III República está sujeita a conflitos de interesse e impasses, devido a velhos gastos despudorados de um Estado que não sabe o que quer e à adoção das novas medidas cegas de austeridade. As tensões sociais que vivemos tiveram a 15 de setembro o seu momento de inflexão. Chegou o momento de dizer basta ás más políticas, reflexo das orientações neo-conservadoras e neo-liberais que, em Portugal, como no resto do mundo ocidental, realizaram uma transferência de poder, sem precedentes, da esfera económica para a esfera financeira.

 

Para sair do pântano fiscal, Paulino Brilhante Santos expõe as bases para um sistema fiscal justo e equitativo o que exige uma intervenção de fundo na simplificação, sobretudo do IRS e do IRC. Os atuais Códigos só carecem de simplificação, ao passo que a intervenção mais urgente se situa ao nível da reengenharia de processos da Administração Fiscal e na regenaração do Centro de Estudos Fiscais (CEF) uma instituição da DGCI de elevadíssimo prestígio.

 

O Plano C continua com um conjunto de ensaios sobre a transição democrática. Passamos em revista as estruturas mediadoras no âmbito da Sociedade, das Regiões, do Desenvolvimento e abordamos algumas das reformas indispensáveis no Estado e na posição de Portugal na Europa e no mundo.

 

Para saber mais basta adquirir o Plano C

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publicado às 15:59


Gonçalo Ribeiro Telles combate pela cidadania

por Artur de Oliveira, em 04.03.13









O IDP apresentou no sábado, dia 2 de março, pelas 17:00 horas, na Biblioteca Municipal de Faro, o livro intitulado “Plano C – o combate da cidadania”. Esta apresentação contou, para além de Macário Correia, presidente da Câmara de Faro, com a presença de alguns dos coautores, nomeadamente, do arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles, Mendo Castro Henriques, presidente do IDP, João Palmeiro, presidente da Associação Portuguesa de Imprensa, de Antonieta Guerreiro, coordenadora do IDP-Algarve.

O Plano C, prefaciado por D. Duarte de Bragança, é o combate da cidadania. Pelo combate, dá corpo à vontade de sobrevivência dos portugueses numa Europa ainda sem rumo e numa Lusofonia ainda sem ritmo. É da e para a cidadania, porque ainda vamos a tempo de salvar Portugal das oligarquias que o ameaçam.

Para Mendo Henriques, “se tomarmos o Plano A como sendo o plano da Troika, ou do notório memorando do nosso (des)entendimento e o plano B aquele que corresponde aos atuais programas partidários – por sinal todos muito parecidos – sobra o Plano C, o plano dos cidadãos para os cidadãos, porquanto todos somos chamados a participar nesta odisseia de salvar Portugal. O Plano C é o de todos nós, da sociedade civil, das associações mediadoras entre o indivíduo e o Estado. Um plano feito de alternativas concretas, propostas por quem conhece o país, o seu território e população, a sua história e cultura, as suas potencialidades, sonhos e empreendimentos. É esse Plano C que o IDP agora se inicia.”

Gonçalo Ribeiro Telles é um dos 23 autores deste livro, provando que é possível encontrar soluções para o país a partir das experiências de várias gerações e faixas etárias da nossa sociedade, porquanto o IDP exprime a opinião daqueles a quem os partidos políticos não pediram opinião. O IDP toma partido, sem pedir licença aos partidos, e escreve o que os políticos deveriam fazer.

Segundo Antonieta Guerreiro, “esse é o bom combate da cidadania e a única forma de ajudarmos o país e a região é através de uma cidadania proactiva e responsável. O Algarve tem quadros e um know-how muito interessante em várias áreas, só temos de ser capazes de aproveitar o que melhor temos na nossa terra e nesse sentido este Plano C, sendo dos cidadãos para os cidadãos, é a primeira de várias compilações que estamos a organizar e a sistematizar. No que depender de mim, o Algarve e os algarvios não ficarão de fora deste processo”.

No final do evento os presentes degustaram produtos da doçaria regional, graciosamente, cedidos pela “Quinta dos Avós”.

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publicado às 12:53



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